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segunda-feira, 21 de maio de 2012

INTERAÇÃO “PASTOR X MÚSICO”

Por: Ronaldo Bezerra
Trataremos neste tema sobre as responsabilidades dos pastores em relação aos músicos e dos músicos em relação aos pastores.

Assim como muitos músicos tem demonstrado falhas em relação aos pastores, estes também tem falhado em relação aos músicos, permitindo então, uma "porta aberta" para que tanto músicos como pastores, tomem decisões precipitadas cometendo atitudes incorretas, que são injustificáveis em ambas as partes. Lembre-se sempre de algo a ser considerado: em qualquer ponto de tensão, sempre encontramos dois envolvidos e não somente um. Se não tivéssemos desentendimentos e discórdias não haveria ponto de tensão, mas como existe, ambos os lados são responsáveis.

Vamos falar de alguns aspectos no que diz respeito a estas responsabilidades:

RESPONSABILIDADES DOS PASTORES

1- Não separe um músico para o ministério sem que ele receba a devida preparação e contínua orientação (I Cr 25:1). Não convoque pessoas que não possuem um verdadeiro chamado para atuar no ministério. O fato de “gostar de música” não significa ter um chamado para o ministério de música. Portanto, cuidado para não criar falsas expectativas nas pessoas, pois isso acarretará problemas futuros.

2- Ensine a Palavra de Deus constantemente; não somente sobre temas que envolvem a prática musical e dinâmica de cultos, mas detenha-se em assuntos que forme o caráter do músico; principalmente no início da formação de um ministério de música. É importante fazer reuniões de estudo da Palavra e discipulado (II Tm 2:15). Ajude seus músicos a canalizarem seus sonhos e metas na direção correta, dedicando o tempo para o ensino e a comunhão (Pv 27:17).

3- O pastor não precisa ser músico, mas precisa ter a visão a respeito do ministério de música, senão pode acabar atrapalhando o crescimento dos músicos e da Igreja.

4- Cuide e proteja seus músicos ensinando-lhes a se defenderem contra as armadilhas do inimigo, dando a eles base na Palavra e em experiências vividas. Cuidar e proteger do que? Da vanglória – Ensine a luz da Palavra que este caminho é de derrota e destruição (Pv 16:18; 29:23). Das falsas promessas de fama e sucesso –Ajude em amor e ensine a luz da Palavra qual é o melhor caminho a seguir (I Jo 2:14-17). Das más companhias – Ensine seus músicos que "as más companhias corrompem os bons costumes" (I Co 15:33), e dependendo do tipo de amizade que eles cultivarem, poderão trazer boas ou más conseqüências para suas vidas e ministérios (Sl 1:1-6; Pv 1:10). Muitos músicos perderam seu ministério por causa da influência de más companhias.

5- Algumas maneiras de como um pastor pode apoiar e impulsionar seus músicos é orando, acreditando em seus ministérios, elogiando, incentivando, ajudando financeiramente, investindo em equipamentos de som e instrumentos musicais, oferecendo oportunidades para eles estudarem música, fazerem cursos, participarem de congressos, seminários, enviando-os para realizarem trabalhos em outras igrejas, permitindo contato com outros ministérios para que haja fortalecimento e crescimento. Com certeza, surgirão os bons frutos desta semeadura.

6- Além da reunião de estudo da Palavra, estabeleça reuniões de oração com alvos bem definidos. Estabeleça um tempo de comunhão como passeios, churrascos, jantares, cafés-da-manhã, entre outros.

7- Pastoreie seus músicos, pois eles não são “coisas”, mas são pessoas e também são suas ovelhas. Muitos pastores não conhecem seus músicos porque não se relacionam com eles.

8- Quando for necessário fazer algumas “cobranças”, faça dentro de um equilíbrio, não exija mais do que eles podem oferecer em termos de tempo, disponibilidade, maturidade etc. Seja cuidadoso e prudente, pois não se pode exigir de uma criança um comportamento de um adulto. Seja paciente!

9- Um discípulo se faz tendo seu líder como referência. Para aprender é necessário correção. Os músicos precisam aprender a andar debaixo de autoridade. A autoridade não é imposta e sim conquistada, mas não sendo conquistada acaba virando "tirania". Quando for necessário aplicar alguma correção, faça com amor e não “abandone” seu músico, pelo contrário, traga-o para mais perto. Ore e invista tempo em seu músico para que ele se sinta amado e protegido (Pv 27:23). Não seja radical e intolerante, mas se coloque à disposição para ouvir e ajudar seus músicos. Muitos músicos saíram de alguns ministérios porque foram abandonados por seus pastores.

10- Seja um exemplo vivo. Não mande só fazer, faça na frente, mostre como se faz. Não estou dizendo sobre a técnica musical, mas falo sobre vida, conduta, postura, compromisso, responsabilidade, amor e respeito. O melhor ensinamento que alguém pode dar é sendo exemplo no que fala! (I Pe 5:2-3; I Tm 4:12-16).

RESPONSABILIDADES DOS MÚSICOS

1- Seja submisso à sua liderança. Submissão é uma das características de alguém que já possui um coração regenerado. Portanto, esta pessoa é capaz de submeter-se à vontade de Deus, de seus pastores e líderes, e de seus irmãos (Ef 5:8-21).

2- Tenha disposição para servir. Aprenda a servir com amor sem segundas intenções. O serviço está muito ligado às nossas motivações e interesses. O músico que é um verdadeiro adorador, tem como motivação principal, servir a Deus, aos líderes, à família, aos irmãos e aos perdidos. Sendo assim, o verdadeiro adorador é aquele que tem um coração de servo (Mt 20:26-28; Mc 10:43-45).

3- Seja ensinável, se disponha a escutar, a receber correção e aprender com aqueles que foram colocados como autoridade sobre sua vida. Aprenda a receber as orientações e críticas com um espírito humilde. Quem não é ensinável não pode atuar em nenhum ministério (Rm 13:1-2).

4- Seja fiel, que significa ser leal, honesto e íntegro. Não "jogue sujo" e não seja covarde, mas quando o seu pastor errar, converse com ele de maneira respeitosa, nunca o expondo a outras pessoas. Quem ama protege e cuida. Ame seu pastor (Sl 105:15).

5- Não aja com “estrelismo”, mas seja fiel na sua palavra, nos compromissos, nos horários, nos ensaios, na oração e meditação da Palavra. Infelizmente alguns músicos querem caminhar diferente dos outros integrantes no ministério. Quando percebem que os pastores precisam da ajuda deles, pois não há outra pessoa para ajudar, acabam agindo com estrelismo faltando nos compromissos, não dando satisfação, não cumprindo as obrigações etc.

6- Seja sensível às necessidades e carências do seu pastor. Se coloque à disposição para contribuir e ajudar (Rm 12:13a). Muitos são rápidos para criticar e lentos para cooperar.

7- Seja unido e comprometido com a visão do seu pastor (Am 3:3). Muitos por não andarem na mesma visão da sua liderança acabam causando problemas no ministério.

8- Não tome decisões sozinho. Seja prudente, peça ajuda e conselhos ao seu pastor sobre decisões importantes que você precisa tomar no ministério. Muitos enfrentam problemas no ministério por não escutarem os conselhos dos seus pastores.

9- Valorize o investimento financeiro do seu pastor no ministério zelando pelos equipamentos e instrumentos, se dedicando aos cursos, participando dos seminários etc.

10- Cuidado para não semear contenda no ministério por “não concordar com certas orientações” dadas pelo pastor. Mesmo que você não concorde com os direcionamentos dados, não se rebele, mas ore pelo seu pastor e o abençoe. Aquele que é fiel no pouco sobre o muito será colocado (Mt 25:23).

Deus abençoe!

Ronaldo Bezerra

sábado, 5 de maio de 2012

Ser um servo Amando o Ministério


Por: ARIEL ALVES
Quando você conhece a definição de amor ágape pode então viver em perfeita harmonia com os membros do ministério e sabendo suportar os problemas. Você passará a amar o seu ministério não por aquilo que este pode te dar, ou pelo que as pessoas são pra você, mas incondicionalmente, assim como Deus nos ama. E conhecerá também a definição de ser um servo.
Vendo as características do amor segundo a carta aos Corintios 13 também vemos as características de servo.
"O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se orgulha, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não procura os seus próprios interesses, não se irrita, não se ressente do mal. Não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; "
Muitos ao se depararem com problemas, brigas, dizendo: -mas o fulano não apoia, a fulana não tem compromisso e eu tenho; enfim, aborrecimentos no ministério acabam abandonando serviço ministerial. Mas essa atitude demonstra falta de amor, pois "O amor é paciente" ; "O amor tudo suporta". E alguns se sentem tristes quando os outros são elogiados, mas "o amor não arde em ciúmes" e "...regozija-se com a verdade."
Uns se exaltam com seus talentos, e preferem viver solitários dentro do ministério, demonstrando também falta de amor, pois o "amor  não se orgulha, não se ensoberbece". Outros desistem das atividades do ministério pelo fato de estas dificultarem a realização de seus objetivos pessoais, também caracterizando falta de amor, pois "O amor não procura os seus próprios interesses". 
Outros esfriam e desistem, mas "O amor verdadeiro jamais acaba" 

Essa é a importância do amor em tudo o que fazemos, principalmente na obra do Senhor. Portanto em tudo o que fazemos em nosso ministério devemos empenhar: Paciência, bondade, humildade, respeito, abnegação, perdão, honestidade e compromisso. Ou seja, AMOR. Pois o amor tem tamanha importância que a Palavra declara:
 "Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos... ainda que eu tenha dom de profecia, e conheça todos os mistérios e toda ciência e ainda que tenha toda fé, de forma que transportasse os montes, se não tiver amor nada serei." Coríntios 13; 1,2
Concluímos então que ser um verdadeiro servo e ministro do Senhor é simplesmente amar. Um amor ágape, incondicional. Demonstrando com suas atitudes o que você canta com palavras ao Senhor. Pois palavras não provam a verdade. Viva a verdade, viva o que você canta. Viva para amar.
Ame seu chamado e seu ministério. Ame ao Senhor.


Deus abençoe você em seu ministério!

quinta-feira, 15 de março de 2012

Fome e Sede de Deus

Por Nívea Soares

O profeta Amós profetizou sobre Israel (Reino do Norte) numa época de grande prosperidade econômica, política e militar. Por causa de sua aparente prosperidade, as pessoas achavam que estavam desfrutando do favor de Deus.

Mas essa era também era uma época de grande idolatria, corrupção, imoralidade e opressão sobre os pobres da nação de Israel. O culto a Deus era misturado com o culto a outros deuses. Pensavam que seu relacionamento com Deus se baseava apenas no cumprimento de rituais religiosos e não no amor e na verdadeira devoção a Ele. Por cumprirem esses rituais, as pessoas achavam que poderiam viver da maneira que quisessem, sem compromisso com os mandamentos de Deus.

Por causa disso o juízo de Deus sobre a nação era iminente. Seriam em breve levados cativos pelos assírios. O Senhor mostraria ao seu povo que Ele era muito mais do que o Deus de Israel. Mostraria que Ele era o Senhor de todas as nações e de toda a história.

No capítulo 9, verso 11: "A glória de Efraim lhe fugirá como pássaro: nenhum nascimento, nenhuma gravidez, nenhuma concepção." o Senhor fala sobre uma fome que ele enviaria sobre a terra, não de pão, mas da palavra do Senhor.

Oséias 5:15 - "estando eles angustiados de madrugada me buscarão."

Mateus 5:6 - "Felizes os que têm fome e sede se justiça

A fome é a sensação fisiológica pela qual o corpo percebe que precisa de alimento para manter-se vivo. Também é a falta de alimentos numa população.

Em Filipenses 3:4b a 10 Paulo começou a conhecer a Cristo e isso mudou totalmente suas prioridades e sonhos. Há pessoas cristãs nos nossos dias que têm morrido, vivido uma vida espiritual miserável, porque não têm buscado se aprofundar no conhecimento de Jesus.

Colossenses 3:1-4 "Busquemos satisfazer nossa fome interior com Jesus."

João era o discípulo mais próximo de Jesus, mas quando o viu em sua glória, caiu como morto. Havia muito mais pra se conhecer. Apocalipse 1:10-19 "Quem era esse homem santo e justo (totalmente homem, totalmente Deus), que sendo alpha e ômega, sempre existiu e é o Senhor da história, que venceu a morte por isso tem autoridade sobre a morte e o inferno?

O Espírito Santo nos guiará nesta jornada de conhecimento de Deus
João 16:12-15 "Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. Mas, quando vier aquele Espírito da verdade, Ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar. Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar."

Nívea

Fonte: www.niveasoares.org

Dez razões para humildemente compartilhar opiniões musicais

Por Bob Kauflin
Recentemente estive refletindo sobre como podemos expressar nossas opiniões musicais. Por que temos tanta convicção sobre músicas, bandas e estilos? E por que tiramos conclusões tão rapidamente?

Não.
Não gosto disso.
Isso é muito ruim.
Eu não suporto esse tipo de música.
Você gosta disso?

Há algo de errado em amarmos certas músicas/artistas e sermos tão rápidos em jogar no lixo aquelas que desprezamos?

Se somos cristãos, sim. Deixe-me sugerir dez razões pelas quais a tolerância musical pode ser uma coisa boa para nossas almas.


1. Ser um crítico musical auto-proclamado, muitas vezes é apenas um sinal de orgulho. Usando palavras ultrajantes ou exageradas para acabar com certas músicas, estilos ou artistas pode ser um sintoma de egoísmo, preguiça ou arrogância. Não queremos gastar tempo investigando se ou não a nossa avaliação é precisa, porque estamos muito ocupados em compartilhar nossas opiniões. (Provérbios 18:2)

2. Música não nos define. Por que ficar ofendido quando alguém critica nossa canção favorita, grupo ou estilo de música? Porque eles insultaram "nossa" música, não significa que eles estão nos insultando. Isso é idolatria. A música não é nossa vida - Cristo É. (Colossenses 3:4).

3. Ótimas músicas nem sempre soam "ótimas" na primeira vez. Algumas músicas exigem repetidas audições para apreciar seu valor. Álbuns e canções geralmente crescem para nós ao longo do tempo. As melhores músicas são sempre instantaneamente acessíveis ou atraentes? Espero que não.

4. A introdução de uma música não é a mesma coisa que a música. Os primeiros vinte segundos de uma música geralmente não representam toda a canção. É apenas a introdução. Decidir que não gostamos de uma música quando ela começa pode nos impedir de ouvir algo que podemos realmente desfrutar ou beneficiar.

5. Nunca ouvi falar que ouvir música das massas nos faz melhor. Alguns de nós ficamos especialmente felizes quando encontramos e ouvimos músicas ambíguas de artistas desconhecidos. Como se o ser desconhecido fosse maravilhoso em si mesmo. Algumas bandas são desconhecidas, porque elas não são muito boas mesmo. Mas se fizermos acontecer descobrindo uma talentosa banda desconhecida, é uma oportunidade de servir aos outros, e não olhando-os por baixo.

6. Ouvir música que extremamente popular não nos faz melhor. Este é um apelo oposto ao ponto anterior. É a mentalidade que diz que se a música ou artista não está no rádio, no topo das paradas, ou na TV, não vale à pena ouvir.

7. Aprender a apreciar músicas desconhecidas é uma maneira de preferir aos outros. Por que todo mundo tem que gostar da música que eu gosto? O que eu poderia aprender sobre meus amigos, pacientemente procurando entender por que eles gostam da música que eles fazem? (Filipenses 2:4)

8. Aprender a gostar de outros tipos de música pode abrir meus olhos para a criatividade de Deus. Harold Best em seu livro "Music Through the Eyes of Faith" (Música Através dos olhos da fé - em tradução livre), faz uma citação endereçada aos elitistas musicais: "Dentre todo esse material temos a estética redentora, há também a bondade; muita integridade e honestidade, a partir do qual se pode aprender." (página 89) Isso significa que eu posso realmente apreciar uma música menos sofisticada do que o que eu iria normalmente ouvir.

9. Podemos correr o risco de engolir nossas palavras. Já aconteceu mais do que algumas vezes. Falo demais sobre o quão ruim é uma música, e mais tarde começo a pensar que é realmente muito boa. Ou eu rasgo uma música no meu blog e depois me pego conversando com uma pessoa que ama ou a pessoa que a escreveu. Oops.

10. Podemos estar perdendo uma oportunidade para agradecer pelas dádivas de Deus. Nossa tendência é assumir que os dons de Deus, todo formato e som são os mesmos. Os outros não fazem assim. O que aconteceria se a primeira vez que ouvisse uma canção eu procurasse ser grato ao invés de criticar?

Deixe-me ser claro. Nenhuma canção está acima de uma avaliação e existem músicas realmente ruins. Nós só podemos servir aos outros e a nós mesmos de forma mais eficaz se expressamos nossas opiniões musicais usando um pouco mais da graça.

Fonte: www.worshipmatters.com

quarta-feira, 14 de março de 2012

FORMANDO A VISÃO DOS MÚSICOS

Por Pr. Ronaldo Bezerra

De acordo com o dicionário, visão significa sonho, meta. Devemos ter uma visão, e ela determinará os nossos rumos e atitudes práticas. Esta visão deve ser coerente com os propósitos de Deus.

Nenhuma pessoa consegue executar grandes projetos se não houver sonhos, ideais e dedicação. Esta situação acontece em todas as áreas da atuação humana dentro de uma sociedade. Seja na política, nos esportes ou nas artes, o ser humano vive em busca de aperfeiçoamento e sucesso naquilo a que se dedicou.

No passado e nos dias atuais vemos pessoas se destacando pela sua dedicação e aplicação mediante a uma obsessão de obter tamanho sucesso na área da música, por exemplo: Madonna, Elvis Presley, Beatles etc. E nós músicos cristãos como ficamos? Qual é a nossa visão? O que estamos fazendo para alcançá-la? Qual tem sido o nosso nível de dedicação? Esta visão é coerente com os propósitos de Deus?

Devemos entender que a principal ênfase do nosso ministério é a adoração. É o estilo de vida que cada um de nós deve ter em todo tempo:“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores o adorem em espírito e em verdade” (Jo 4:23).

O que quero compartilhar se trata de algo profético, não quero tratar de meras idéias ou palavras de impacto, mas sim acreditar na força e no poder do nosso Deus que é capaz de tomar a nossa vida e levantar numa nação um povo que o ama, o adora e o louva, para que através deste povo possa manifestar a Sua glória a todos os homens. Quando falamos sobre adoração, não se trata de algo pessoal, mas de um desafio para a verdadeira igreja de Jesus.

É necessário considerarmos que quando falamos a respeito de adoração e adoradores não estamos falando necessariamente de música, eventos musicais ou shows evangélicos, mas estamos falando de “algo mais” que muitos de nós desconhecemos à luz da Palavra de Deus. Precisamos assumir um compromisso de voltarmo-nos à Palavra. Todos os nossos erros são decorrentes da falta de conhecimento da Palavra de Deus (Mt 22:29).

O que Deus pensa, qual é a visão que devemos estar engajados, e o que Ele espera de nós? Deus está nos convocando para um grande projeto e desafio! A visão de Deus não se limita a coisas pequenas, mas sim, mundial! (Ap 15:4). Devemos então, estar identificados com as coisas que Ele está identificado e comprometidos com as coisas que Ele está comprometido. Deus não está apenas comprometido com a nossa igreja local onde nos reunimos; Seu maior compromisso é com as nações, com o mundo, tribos e povos (Jo 3:16).

É tempo de despertarmos para esta realidade, para a possibilidade de sermos os instrumentos que Deus irá usar. Se fixarmos a nossa visão na visão de Deus, iremos superar muitas dificuldades que surgem entre nós, de relacionamentos, competições, comparações etc. Deus nos chamou para servir e não para competir! O espírito do adorador é o de serviço e ele não tem tempo e nem perde tempo com tolices.

O nosso maior compromisso deve ser com Deus e com as pessoas, e no que diz respeito à música, ela é um instrumento para alcançar, abençoar, libertar e curar, por isso, não devemos tratar a mesma como um “deus”, um “ídolo” como tem sido para muitos. Esta é a visão de Deus para a nossa vida! Se não tivermos esta visão e motivação, é melhor não tocarmos, não cantarmos e nem gravarmos CDs.

Lembre-se que a nossa visão e motivação deve ser de serviço como Jesus ensinou: “Tal como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mt 20:28).

Deus Abençoe!

Ronaldo Bezerra
(Para falar com o Ronaldo envie um email para ronaldo_bezerra@hotmail.com)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Excelência no Ministério

Por: Escritora Denise C. S.


Estudando a fundo a história do profeta Jeremias, deparamo-nos com um sujeito singular e pouco citado por grandes pregadores, ou em estudos bíblicos: o hábil secretário do profeta, chamado Baruque.
Baruque vinha de uma família muito bem sucedida em sua época, seu avô fora governador de Jerusalém na época do rei Josias (2 Cr. 34:8), e seu irmão, funcionário graduado do tribunal de Zedequias (Jr. 51:59). Com certeza, Baruque esperava ocupar um cargo excelente para suas qualificações, pois era um jovem culto, nobre, inteligente e hábil na arte de escrever, mas o seu ministério era assessorar o profeta mais odiado do reino de Judá. Baruque decepcionou-se mais de uma vez ao ver as dificuldades de seu ministério, quando parecia que todo o seu esforço estava sendo vão, ao surgirem as perseguições e acusações infundadas, ao não obter o sucesso e prestigio que almejava.
Mesmo que na visão de Baruque o seu ministério tenha sido fracassado, pequeno ou até mesmo decepcionante, aprendo que, se não fosse o excelente trabalho desse fiel secretário, jamais teríamos tido acesso às profecias do profeta Jeremias, jamais teríamos conhecido esse importante trecho da história de Israel e de um dos atos mais relevantes: a destruição de Jerusalém, os motivos pelos quais essa tragédia veio a ocorrer e porque Deus tomou essa atitude drástica.
Será que Baruque imaginava a importância de seu ministério ao realizá-lo sob falsas acusações, decepções e esperança de sucesso frustrado? Acredito que nem no melhor de seus sonhos, não vislumbrava que passados aproximadamente 2.500 anos, milhares de pessoas em todo o mundo tivessem acesso ao seu laborioso trabalho e se utilizassem diariamente dele.
Trago essa experiência de Baruque para nossos dias. Muitas das vezes nosso ministério parece-nos pequeno, pouco interessante, sofrido, desestimulante, sentimo-nos tal qual Baruque, mas Deus sabe de todas as coisas, Deus conhece o passado, presente e futuro e sabe que cada grão de areia tem a sua vital importância para a construção da mais excelente obra do criador.
Tenho certeza que se Baruque imaginasse a proporção que tomaria o seu ministério, teria aplicado mais força e dedicação para a realização do mesmo, teria-o realizado com mais excelência, mas isso já não é mais possível. Mas nós ainda podemos, pois enquanto há vida, há esperança. Estamos em tempo de nos motivarmos e continuar a batalha, ir em frente, realizar nosso ministério com excelência, mesmo que pareça uma obra pequena, sem importância, mas somente Deus conhece todas as coisas.
Se necessário anote em um lugar bem visível para que a sua mente humana jamais esqueça o quanto o seu trabalho é importante para o Senhor: “excelência no ministério”. E faça-o, cada dia, com amor, zelo e dedicação total, não esperando o sucesso desse mundo, mas esperando somente no Senhor.
Medite nisso e que Deus abençoe poderosamente o seu ministério!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Atravessando crises no ministério


Muitos ao se depararem com problemas, brigas, aborrecimentos no ministério acabam abandonando serviço ministerial ou se isolando como se só existisse ele mesmo. Essas pessoas, se achando "com a razão", muitas das vezes são quem estão mais enganados a respeito do que é um ministério. Mas apesar de ela poder ter razão em algum ocorrido não tem consciência do que está fazendo. Essa pessoa acaba sendo um peso morto no ministério que ela acha e julga estar morto. Se você se encontra assim leia com bastante atenção.

terça-feira, 7 de junho de 2011

O Tamanho da sua Cruz

Por: Carlinha


"E quem não toma a sua Cruz, e não segue após mim, não é digno de mim."
"Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua Cruz, e siga-me.

Veja completo em Cantinho Pop

quarta-feira, 20 de abril de 2011

O que é um Ministério ?

Por Pr. Ronaldo Bezerra
"Dou graças àquele que me fortaleceu, a Cristo Jesus nosso Senhor, porque me julgou fiel, pondo-me no seu ministério" - 

I Tm 1:12.



Segundo definição do dicionário Aurélio, ministério é cargo, incumbência, cumprir os deveres do seu ministério, o ministério cristão. Trata-se, portanto, de um serviço que se presta a outros.

Devemos compreender que um ministério não é algo em que nós deliberadamente nos colocamos. É somente Deus e o Seu Espírito Santo que pode conceder um ministério: "Mas todas as coisas provêm de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação" (II Co 5:18).
O ministério não é nosso. Não somos detentores do ministério, não é algo que possuímos.

Adoradores ou estrelas

Por: Escritora Denise C. S.

“É necessário que Ele cresça e que eu diminua.” (João 3:30)

A palavra do Senhor nos ensina a seguirmos o exemplo de Jesus, que mesmo sendo Filho de Deus, uma de suas características mais marcantes foi a humildade.
Vemos tantas pessoas que por possuírem um dom na área da música, tanto para cantar ou para tocar, apresentam um orgulho tão grande que Jesus não tem como sobressair sobre a sua vida,Satanás tem uma inveja tremenda sobre os Levitas da casa do Senhor, e trabalha dia e noite, incansavelmente para deixá-los derrotados ou orgulhosos. 

sexta-feira, 15 de abril de 2011

ERROS QUE UM MINISTRO NÃO PODE COMETER




É importante entendermos algumas características da forma como as pessoas agem distintamente:




• Tolo: comete erros, mas continua caindo nos mesmos erros. Insanidade é esperarmos resultados diferentes tendo as mesmas práticas.
• Inteligente: comete erros, mas aprende com os próprios erros.
• Sábio: aprende com os erros dos outros.

Se pudermos aprender com os erros dos outros é melhor, porém sabemos que nem sempre isso é possível. Errar é humano. Não podemos insistir no erro por não estarmos abertos para aprender com humildade, a fim de não cometer mais as mesmas falhas. Os erros que serão mencionados aqui servem para o nosso crescimento e amadurecimento no ministério. Vejamos alguns erros que não devemos cometer:


1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração.
  • Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).
2- Nunca preparar a ministração.
  • Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra. Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos,
    Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes. Façamos o melhor para o Senhor!
3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

17 DICAS PARA OS MÚSICOS

Por Pr. Ronaldo Bezerra


1- O músico precisa aprender a se “MIXAR” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.


2- Todo músico deve treinar PRÁTICA DE CONJUNTO se quiser amadurecer mais rapidamente.


3-TEORIA MUSICAL é fundamentalmente necessária, mas entre a teoria e a prática há uma distância que poucos querem percorrer.


4- “Um bom médico não é aquele que receita um remédio sem saber o que está fazendo. Um bom músico não é aquele que TOCA SEM SABER O QUE FAZ”.


5- AUTODIDATA – Há um engano no uso deste termo, pois há muitos analfabetos musicais dizendo-se autodidatas (uma desculpa para a preguiça). Autodidata é aquele que estuda sem um professor, mas estuda.


6- Uns falam antes de tocar algo, outros TOCAM ANTES DE FALAR ALGO. Eis a diferença entre “músicos” e músicos.


terça-feira, 29 de março de 2011

A dedicação do músico ao ministério

Por Escritora Denise Correa



Eu como professora de música, tenho notado em meus aprendizes um grande relaxamento com o seu ministério musical, e isso me preocupa imensamente.
Aos levitas foi entregue o dom mais sublime, sei que como música, sou suspeita para falar sobre esse assunto, enaltecendo-o, mas a música está na mente e no coração de Deus. O verdadeiro louvor agrada a Deus, vejo nas escrituras sagradas, o amor que Deus nutria por Davi, tanto que chegou a deixar registrado em I Samuel 13:14 que Davi era um homem segundo o seu coração, mas o que Davi possuía de tão especial? Davi era um adorador e sabia como tocar o coração de Deus com seu louvor. Será que nós como adoradores também estamos conseguindo esse intento?


Em meu dia-a-dia ouço histórias de músicos seculares, que treinam de 5 a 8 horas por dia. Esses músicos dedicam muito do seu tempo diário por prazer, ou talvez para ganhar dinheiro, sucesso, fama e muitas das vezes louvar à Satanás, com suas vidas, atitudes, seus pactos e principalmente suas músicas. E nós, músicos cristãos, adoradores do Deus verdadeiro, Criador do universo e tudo o que nele há. Que nos dá saúde, forças, graça e nos fornece tudo o que necessitamos para viver com alegria, o que estamos fazendo? Quando tempo de nossa vida estamos dedicando para crescermos como músicos? Estamos nos esforçando para aprender a desempenhar nossos instrumentos da forma que nosso Deus merece? Ou pensamos que de qualquer jeito está bom?
Queridos, é primordial o estudo e o treino freqüente, diário, em qualquer curso musical. Sempre digo aos meus alunos que música não é para todos, pois a música seleciona para si os organizados, dedicados ao estudo a aos que têm talento e aptidão natural. Aos demais, jamais serão músicos excelentes, talvez até tenham uma iniciação, mas nunca conseguirão chegar a um alto padrão de excelência.
Portanto, a você que é um cantor ou instrumentista, organize seu tempo e tire momentos em seu dia-a-dia para dedicar-se ao estudo, afinal, você não está tentando ser um adorador de Satanás, que merece qualquer coisa, mas você é um adorador do único e verdadeiro Deus. Seja um levita segundo o coração de Deus, tal qual Davi.

Aprendendo a tocar em grupo


Quero falar de um problema aparentemente simples, mas comum na maioria dos grupos musicais, principalmente evangélicos.

Geralmente quando vejo um grupo tocando ao vivo percebo que temos problemas sérios.

Os instrumentos estão mal timbrados, cada um toca por si mesmo sem pensar no conjunto, não sabemos acertar os monitores, não pensamos em dinâmica, e por isso o trabalho todo acaba sendo prejudicado.

Não há inspiração que resista a tanto desleixo

Infelizmente nós, músicos cristãos, acabamos usando de frases prontas para justificar nosso despreparo, como por exemplo: “É para a glória de Deus...” Mas no salmo 33:3 diz: “Cantai-lhe um cântico novo, tocai bem e com Júbilo” . Façamos o excelente ao Senhor porque Ele merece o excelente!!! Deixemos de lado a preguiça e façamos o melhor para Deus!

“Maldito aquele que fizer a obra do Senhor negligentemente” (Jr. 48:10)

Bom, acho que Deus se agrada das coisas bem feitas... Ele é um Deus de ordem!

segunda-feira, 28 de março de 2011

LOUVOR E ADORAÇÃO

Introdução

Porque nos reunimos?
Qual o objetivo principal das reuniões das igrejas? Por que vamos aos domingos ao templo? O que vamos fazer lá? Muitos, com muita simplicidade, responderiam espontaneamente: “Ouvir o sermão do pregador, ou gostaria que Deus solucionasse os meus problemas.” Esse tipo de resposta acontece comumente pela falta de informação bíblica sobre o propósito de Deus para o homem: Ser criado para o louvor da Sua glória (Ef 1:6). Devemos apresentar a Deus um culto racional (Rm 12:1). Muitas vezes, nossa intenção nos cultos não é apresentar-nos a Deus, mas sim, esperarmos que Deus se apresente a nós através da oração, da leitura bíblica, da mensagem, das músicas apresentadas e hinos que cantamos. É evidente que Deus se utiliza de todas essas formas para falar aos corações e nos levar a tomarmos atitudes. Mas Ele quer que nos apresentemos para que, OFEREÇAMOS LOUVOR e não, simplesmente, para que RECEBAMOS ALGO. Com o passar dos anos, o materialismo, existencialismo e outras influências que recebemos da modernidade, afastaram dos momentos de adoração a CONTEMPLAÇÃO. Esta era anteriormente praticada, com freqüência, no meio do povo judeu, no período bíblico. É tempo de resgatar a verdadeira adoração. Deus espera de nós uma maior intimidade com Ele, através do louvor.
Entendendo o que é louvar e adorar

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